Para muitos atletas, foi a primeira vez em que não houve concentração na véspera de uma partida. A mudança de rotina que antecedeu o confronto com o Bangu, na última quarta-feira, nasceu da necessidade de protestar que o confronto contra o Bangu. No entanto, até mesmo aquele que seria o alvo da insatisfação confessou ter encarado a experiência como válida e, possivelmente, repetida numa situação em que esteja atrelada a dificuldades financeiras.
- Não ter concentração foi bom por um lado. Mostrou que é possível adotar esse esquema em jogos de menor importância. Talvez a gente adote isso em outros jogos, mesmo com os salários em dia. Os jogadores têm consciência do que têm que fazer. Eles tiveram o respaldo para não concentrar - disse o presidente.
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